Versões e emissões
O que mudou entre a revisão 03 e a 04?
Essa pergunta costuma ser respondida abrindo duas planilhas lado a lado e confiando na memória de quem estava lá. O controle de revisões responde direto: cada alteração vira versão, cada emissão vira revisão, e a comparação mostra a diferença.
O que o controle faz
Rastreabilidade que não depende de disciplina.
Todo controle de revisão que exige uma ação manual acaba com lacunas — o dia corrido em que ninguém salvou a versão é justamente o dia que alguém vai precisar reconstituir depois. Aqui a versão é capturada na mesma operação que altera o circuito.
Versão a cada alteração
Criar ou editar um circuito grava a versão técnica na mesma operação. Não é um botão de "salvar versão" que alguém precisa lembrar de apertar.
Consolidação é a emissão
Consolidar fecha a revisão e numera a emissão. O que ficou consolidado não muda mais, aconteça o que acontecer com o projeto depois.
Comparação entre revisões
O que entrou, o que saiu e o que mudou de valor entre duas revisões, circuito a circuito, sem conferir planilha contra planilha.
Reversão para uma versão anterior
Voltar um circuito a um estado anterior recalcula o dimensionamento e cria uma versão nova — o histórico continua completo, sem apagar o caminho percorrido.
Importação como proposta
Uma planilha pode entrar em modo revisão: a comparação é montada antes, e nada é aplicado sem sua decisão.
Book vinculado à emissão
O documento de uma revisão consolidada reproduz o que foi emitido, não o estado atual do projeto.
Versão e revisão
Não são a mesma coisa.
A distinção é o que faz o controle funcionar sem virar burocracia: dá para trabalhar o dia inteiro gerando versões e emitir uma revisão só no fim.
Versão técnica
O estado de um circuito num instante. É capturada automaticamente a cada alteração, quantas vezes for necessário, e não consome nada — serve para reconstituir o caminho.
Revisão consolidada
A emissão. É um ato explícito de quem gerencia o projeto, recebe número e congela o conjunto — é dela que sai o documento entregue.
Adesão
Ligar não reescreve o passado — e não exige mutirão.
O controle pode ser opcional por projeto ou obrigatório para todos, conforme a política do grupo. Quando um projeto antigo passa a ter direito ao recurso, ele adere sozinho na primeira alteração que receber — ninguém precisa varrer a carteira ligando projeto por projeto.
A adesão captura o estado atual dos circuitos como ponto de partida e segue dali. Nada anterior é inventado: o histórico começa quando o controle começa, e a linha do tempo mostra honestamente o intervalo sem cobertura, em vez de fingir que ele não existiu.
Ativar, pausar e retomar são decisões de quem já gerencia o projeto.
Acesso antecipado
Traga a lista de circuitos. Devolvemos o projeto calculado.
Avalie o fluxo em lote, a gestão das revisões e os memoriais com um caso real da sua engenharia.